- Samuel Sant’Anna da Costa, conhecido como Gato Preto, tornou-se réu por provocar acidente de trânsito com um Porsche e fugir do local em São Paulo.
- Ele responde por duas tentativas de homicídio com dolo eventual, além de ameaça e três infrações ao Código de Trânsito. A CNH dele foi suspensa.
- O acidente ocorreu na avenida Brigadeiro Faria Lima, no dia 20 de agosto do ano passado; uma pessoa no HB20 ficou ferida, e Gato Preto e Bia Miranda também ficaram feridos.
- A defesa afirmou estar surpresa com a decisão de receber a denúncia e reiterou que o caso seria lesão corporal na forma culposa, não dolosa.
- A Justiça determinou a alienação de um Porsche 911 Carrera para garante de reparação à vítima; a decisão de aceitar a denúncia foi publicada no Diário da Justiça em 22 de abril.
O influenciador Samuel Sant’Anna da Costa, conhecido como Gato Preto, tornou-se réu por provocar um acidente de trânsito e fugir do local. A denúncia aponta duas tentativas de homicídio com dolo eventual, além de ameaça e três infrações ao Código de Trânsito Brasileiro. A CNH dele foi suspensa e o Porsche 911 Carrera pode ser usado para garantir reparação às vítimas.
O acidente ocorreu em 20 de agosto, na avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo. O Porsche avançou um semáforo vermelho, colidiu com um HB20 e atingiu um poste. Uma pessoa no HB20 ficou ferida; Gato Preto e a influenciadora Bia Miranda, que era passageira, também ficaram feridos.
Segundo o boletim, o motorista do HB20 afirmou que o veículo de Gato Preto estava em alta velocidade e que o influenciador apresentava sinais de embriaguez e comportamento agressivo. Alega ainda que houve ameaças proferidas pelo influenciador.
Testemunhas relataram que, após a batida, pessoas ligadas a Bia Miranda retiraram objetos do Porsche e levaram o casal embora do local. O veículo foi abandonado no local e o motorista do HB20 acionou a polícia.
Horas antes do acidente, Gato Preto e Bia Miranda haviam publicado registros de uma festa com bebida alcoólica. Em seguida, o influenciador chegou a compartilhar, e depois apagou, uma fala sobre o prejuízo financeiro do ocorrido.
A Justiça aceitou a denúncia em 22 de abril e determinou a alienação do Porsche 911 Carrera para assegurar o pagamento de indenizações. A decisão também manteve a suspensão da CNH de Gato Preto.
Em meio ao processo, a defesa afirmou ter ficado surpresa com a decisão e reforçou que o caso envolve lesão corporal na forma culposa, sem dolo de homicídio. Os advogados manifestaram solidariedade às vítimas e buscaram justiça com tranquilidade.
Cerca de duas semanas antes do acidente, Gato Preto e Bia Miranda estavam sob investigação da Polícia Civil do Rio de Janeiro por divulgação de jogos de azar, com apuração de possíveis desvios ligados à lavagem de dinheiro e organização criminosa.
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