- Médica Cláudia Soares Alves será levada a júri popular por homicídio, sequestro de bebê e outros crimes, conforme decisão de juiz em Uberlândia.
- Ministério Público de Minas Gerais aponta que ela mandou matar uma farmacêutica e enviou pênis de borracha à vítima.
- Ela é acusada de raptar uma criança na maternidade do Hospital de Uberlândia, em 2019.
- A denúncia também traz envio de objetos à vítima, incluindo uma boneca com mensagem ameaçadora; há ainda suspeita de tentativa de homicídio com arma de fogo, não consumado.
- A defesa nega as acusações; Cláudia está presa desde 2021 e aguarda julgamento, que ainda não tem data.
A médica Cláudia Soares Alves será levada a júri popular por homicídio, sequestro de bebê, envio de objetos à vítima e outros crimes. A decisão foi tomada pelo juiz Rafael de Almeida, da 1ª Vara Criminal de Uberlândia, nesta quarta-feira (6).
Segundo o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Cláudia teria mandado matar uma farmacêutica e enviado pênis de borracha à vítima. A denúncia também aponta o rapto de uma criança na maternidade do Hospital de Uberlândia, em 2019.
A defesa sustenta a inocência de Cláudia, alegando que as acusações são infundadas e que as mensagens enviadas à vítima teriam sido brincadeiras. Ela nega qualquer mandamento de homicídio.
Ainda conforme o MP, a acusada teria utilizado uma arma de fogo em uma tentativa de morte que não chegou a ocorrer. Não houve confirmação de que o crime tenha sido consumado.
Cláudia Soares Alves permanece presa desde 2021 e aguarda o julgamento em regime de prisão, com possibilidade de permanecer em liberdade até a data do júri, conforme decisão judicial.
O caso ganhou notoriedade por envolver o rapto de bebê na maternidade de Uberlândia, além das alleged mensagens e ações associadas contra a farmacêutica. A data do júri ainda não foi anunciada.
Autor: Lucas Gomes
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