A escritora irlandesa Sally Rooney anunciou, em artigo publicado no *The Irish Times* em 16 de agosto, que destinará os lucros de suas obras para apoiar a Ação Palestina. O grupo, classificado como organização terrorista no Reino Unido desde julho de 2025, tem gerado polêmica e pode trazer consequências legais para a autora.
Rooney criticou tanto a Irlanda quanto o Reino Unido por não agirem para impedir o que ela descreve como genocídio em Gaza. Em seu texto, a autora expressa sua indignação com a inação dos governos diante da situação, afirmando que é um dever moral apoiar a causa palestina.
A decisão de Rooney de utilizar seus royalties para esse fim pode resultar em sanções legais, uma vez que qualquer apoio à Ação Palestina é considerado ilegal no Reino Unido. A escritora, conhecida por obras como “Pessoas normais”, já havia se manifestado anteriormente em favor da causa palestina, mas essa nova declaração marca um passo mais audacioso em seu ativismo.
A repercussão de suas palavras pode impactar sua carreira e a recepção de suas obras, especialmente no mercado britânico. A situação levanta questões sobre a liberdade de expressão e os limites do ativismo artístico em contextos políticos sensíveis.
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