Valerie Laguna, grávida de nove meses, foi brutalmente assassinada em julho de 2005 em Cotulla, Texas. Após 20 anos sem respostas, a prisão de Saul Gonzalez, de 66 anos, trouxe um novo desdobramento ao caso. Ele foi acusado de homicídio qualificado após avanços em testes de DNA.
O corpo de Valerie foi encontrado em um cemitério local, onde evidências coletadas na época não resultaram em pistas. A tecnologia M-Vac, utilizada pelo sargento Homar Olivarez Jr., permitiu a reanálise das amostras, revelando o perfil genético de Gonzalez. O xerife Hector Ramirez destacou que a prisão representa um passo significativo em direção à justiça e um momento de cura para a família da vítima.
Valerie era conhecida na comunidade por sua bondade e generosidade. Seu pai, Albert Benavides, recordou que ela sonhava em ser conselheira de abuso de substâncias e que sempre ajudava quem precisava. A dor da perda foi sentida profundamente na cidade de Cotulla, que nunca esqueceu a tragédia.
A investigação se intensificou após a exumação do corpo em 2014 e a coleta de novas amostras de DNA. A tecnologia M-Vac, que utiliza um método de aspiração úmida, foi crucial para identificar o suspeito. Gonzalez, que não era o pai do bebê de Valerie, foi indiciado e está detido com fiança de US$ 1 milhão.
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