A avaliação negativa do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva subiu para 43%, segundo pesquisa Ipsos-Ipec divulgada nesta quarta-feira (16). Em junho, o índice dos que avaliavam a gestão como ruim ou péssima era de 38%.
O levantamento também mostra que 53% desaprovam a maneira como Lula governa o país, contra 50% em junho. A aprovação passou de 44% para 42%.
A avaliação ótima ou boa permaneceu estável, em 33%. Já a avaliação regular caiu de 28% para 23%. Outros 2% não souberam ou não responderam.
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Confiança no presidente
Segundo a pesquisa, 40% dos brasileiros dizem confiar em Lula, enquanto 57% afirmam não confiar no presidente. Na rodada anterior, os percentuais eram de 41% de confiança e 56% de desconfiança.
O levantamento também perguntou se o governo está acima, dentro ou abaixo das expectativas dos entrevistados. Para 45%, a gestão está pior do que esperavam. Outros 28% dizem que o governo está dentro das expectativas, enquanto 24% avaliam que está melhor.
Na base de confiança no presidente, 58% está no nordeste. O percentual se repete entre aqueles que possuem renda mensal de um salário mínimo. Além disso, a confiança é maior entre as mulheres (44%) do que entre os homens (36%); pessoas com 60 anos ou mais (47%) e aqueles que vivem em cidades do interior (43%).
Entre aqueles que não confiam, 94% votaram em Jair Bolsonaro em 2022, e 70% correspondem ao público evangélico. Ainda dentro do público que se apresenta desconfiança, o percentual de homens é maior (61%) do que entre as mulheres(52%).
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Percepção sobre a economia
Na avaliação sobre a economia, 45% dos entrevistados afirmam que a situação do país piorou nos últimos seis meses. Outros 29% dizem que a economia permaneceu igual, enquanto 23% percebem melhora.
Apesar da avaliação negativa sobre o momento atual, a expectativa para os próximos seis meses melhorou. Segundo o levantamento, 42% esperam melhora da economia, ante 36% em junho. Já a parcela dos que esperam piora caiu de 32% para 25%.
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A pesquisa foi realizada entre 9 a 13 de setembro de 2026, de forma presencial, com 2 mil eleitores em 130 munícipios brasileiros. A margem de erro é de 2 pontos.
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