A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro criticou a prisão preventiva determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, por causa da vigília de oração convocada pelos apoiadores. A decisão aponta indícios de possível fuga, o que motivou a medida na manhã deste sábado (22).
Bolsonaro foi preso por volta das 6h, em Brasília, com tornozeleira eletrônica e sob vigilância policial. Ele foi encaminhado à Superintendência da Polícia Federal da capital por volta das 6h35. Moraes marcou audiência de custódia para domingo (23) às 12h.
Contexto da defesa
A defesa sustenta que a prisão é inconstitucional e fere o direito de reunião e à liberdade religiosa, garantidos pela Constituição de 1988. Afirmam ainda que o estado de saúde de Bolsonaro é delicado e que a prisão pode colocar sua vida em risco.
Detalhes operacionais da prisão
A PF informou que a prisão ocorreu no cumprimento de mandado autorizado pelo STF. Houve relato de possível rompimento da tornozeleira eletrônica, episódio que também é citado pela defesa. A audiência de custódia está agendada para domingo, com restrições de contato ao longo do processo.
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