A ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia comentou os julgamentos sobre a suposta tentativa de golpe durante um evento literário no Rio de Janeiro, neste sábado (29). Ela reforçou que a Constituição é a primeira vítima de qualquer ditadura e alertou sobre a presença de traços de autoritarismo no ambiente político.
A prisão envolvendo Jair Bolsonaro, o general Augusto Heleno e outros réus na ação penal nº 2668 (núcleo 1) ganhou contornos com a mudança de regime de prisão. O decreto de Moraes elevou a custódia para regime fechado após pareceres sobre risco de fuga, em resposta à vigília convocada por Flávio Bolsonaro e a tentativa do ex-presidente de alterar a tornozeleira.
A oposição acusa perseguição religiosa e promete críticas formais em embaixadas, enquanto o STF discute a composição futura da corte. Cármen Lúcia também comentou sobre as visitas recentes a Bolsonaro, que permanece na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, com registros de visitas de familiares.
Em meio aos desdobramentos no STF
O tribunal segue sem mudanças formais de comando, em meio a debates sobre neutralidade de ministros. A situação influencia a governabilidade entre Executivo, Legislativo e Judiciário, com atuantes especulações sobre indicações futuras para a Primeira Turma.
Entre na conversa da comunidade