O Congresso de Saúde Coletiva 2025, Abrascão, teve sua abertura neste sábado, em Brasília, às 18h30. O evento reuniu pesquisadores, gestores, profissionais de saúde e representantes de entidades científicas. A cerimônia contou com apresentações culturais, homenagens e debates sobre os desafios da saúde pública. A programação segue até 3 de dezembro.
A conferência magna ficou a cargo de Adriano Massuda, secretário executivo do Ministério da Saúde. Ele tratou do momento vivido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e dos caminhos para fortalecê-lo. Massuda destacou o SUS como projeto civilizatório, e não apenas um conjunto de serviços, defendendo equidade e direitos.
Para Massuda, o fortalecimento do SUS depende de investimento, coordenação nacional e valorização da ciência. Ele lembrou que crises recentes evidenciaram o potencial e as fragilidades da gestão pública, e ressaltou a necessidade de convergir universidades, serviços de saúde e governos. A importância da pesquisa para embasar políticas foi enfatizada.
Conferência magna e debates
O congressO segue com cerca de 40 atividades organizadas pelo Ministério da Saúde, além de outras tantas realizadas por parceiros. Mesas-redondas, sessões científicas, lançamentos de livros e debates abordarão financiamento do SUS, inovação, vigilância epidemiológica, educação permanente e participação social.
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