O movimento político envolve Gleisi Hoffmann, ministra da Secretaria de Relações Institucionais, e o ex-ministro Ricardo Lewandowski. Ela afirmou que Lewandowski avisou Lula sobre contratos de consultoria que mantinha com empresas antes de ser convidado para chefiar a Justiça, em 2024.
Segundo Gleisi, o ex-ministro informou que cumpriria a legislação e se afastaria de contratos privados. Ela destacou que Lewandowski desligou-se de consultorias após assumir o cargo, ressaltando que não houve irregularidade. O escritório de Lewandowski recebeu R$ 5 milhões do Banco Master.
O Banco Master contratou o escritório de advocacia do ex-ministro para serviços de consultoria jurídica, conforme reportagem do portal Metrópoles. O contrato teria sido firmado por indicação do senador Jaques Wagner, conforme as informações veiculadas.
A ministra reiterou que a apuração sobre o caso é conduzida pela Polícia Federal, sob a gestão de Lewandowski, e que houve a prisão do presidente do Master durante as ações. Ela também vinculou a intervenção do banco às gestões anteriores ao Ministério da Justiça.
Gleisi afirmou ainda que a saída de Lewandowski do ministério não está ligada às investigações sobre o Banco Master. Em janeiro, Lewandowski pediu demissão por motivos pessoais, entregando carta ao presidente Lula.
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