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Ministério da Saúde comemora 25 anos da Política de Sangue e fortalece hemorrede no SUS

Ministério celebra 25 anos da Política Nacional de Sangue e reforça fortalecimento da hemorrede do SUS, buscando autossuficiência em hemoderivados

Foto: Kathlen Amado/MS
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O Ministério da Saúde realizou, nesta quinta-feira, 12, em Brasília, uma solenidade pelos 25 anos da Política Nacional de Sangue, Componentes e Hemoderivados. O evento reuniu gestores, especialistas e representantes da Hemorrede Pública Nacional. O objetivo foi revisar avanços, desafios e próximos passos para ampliar a doação voluntária e a autossuficiência em hemoderivados.

A política estruturou o SINASAN e o SUS, promovendo um modelo público, universal e baseado na doação voluntária e não remunerada de sangue. O tom do encontro foi de balanço institucional e de alinhamento de estratégias para reforçar a segurança transfusional e o atendimento à população.

Marco para o SUS

Durante a solenidade, o ministro Alexandre Padilha reforçou que a política do sangue representa uma conquista histórica ligada à construção do SUS. Ele destacou a regulação, o controle sanitário e a defesa da saúde pública no país.

Padilha ressaltou o papel do SUS na organização da rede de saúde em um território continental. Segundo ele, o Brasil enfrenta o desafio de manter um sistema público universal para mais de 200 milhões de habitantes, com a maior rede pública de saúde do mundo.

Autossuficiência e inovação

O ministro apontou como metas fortalecer a hemorrede e avançar na produção nacional de hemoderivados. Ele afirmou que esse passo é essencial para a segurança e autonomia do país frente a necessidades de saúde.

O Secretário de Atenção Especializada à Saúde, Mozart Sales, destacou a atualização tecnológica da política, com avanços em fatores recombinantes e na organização da produção de hemoderivados. A prioridade é ampliar a autonomia do SUS.

Participação e impactos

Entre os presentes estiveram a coordenadora-geral de Sangue e Hemoderivados, Luciana Maria de Barros Carlos, e o diretor do DAET, Arthur Mello. Também estiveram membros da Fiocruz, da Opas e da Anvisa, entre outros representantes.

Ao longo de 25 anos, a Política Nacional de Sangue organizou a hemorrede pública, definiu normas de segurança transfusional e sustentou áreas como urgência, oncologia e atenção materno-infantil. O SINASAN é destacado como modelo federativo e contínuo.

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