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Debate: proibir parentes de ministros do STF de advogar em cortes superiores

Caso envolve atuação de parentes de ministros do STF em quase dois mil processos; 381 ainda sem decisão, reacende debate sobre ética e possível proibição

Número de ações trabalhistas cresce após decisões do STF, com impacto bilionário para empresas e aumento da insegurança jurídica. (Foto: Gustavo Moreno/STF)
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Parentes de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) atuaram como advogados em 1.921 casos no STF e no Superior Tribunal de Justiça (STJ), envolvendo filhos, cônjuges, ex-cônjuges e irmãos. Do total, 381 ações ainda aguardam decisão.

A apuração chega em meio a debates sobre a atuação de familiares em processos que tramitam nas cortes superiores. A controvérsia ganhou força após a divulgação de um contrato de assessoria do escritório de Viviane Barci de Moraes com o Banco Master, no valor de 129 milhões de reais.

A Gazeta do Povo informou o episódio como ponto de partida para a discussão sobre regras para advogados ligados a ministros. A reportagem ressalta a polêmica envolvendo vínculos familiares no âmbito do Judiciário.

O veículo pergunta: parentes até 1º grau de ministros do STF deveriam ser proibidos de advogar em processos de cortes superiores? A enquete acompanha o debate público sobre o tema.

Contexto

Especialistas divergem entre conflitos de interesse e necessidade de defesa ampla dos clientes. Defensores da proibição apontam risco de favorecimento, enquanto críticos ressaltam o direito à defesa.

Panorama institucional

Tribunais superiores mantêm códigos de ética que tratam de impedimentos e conflitos de interesse. Discussões sobre reformas costumam trazer propostas de clarificar vínculos familiares na prática jurídica.

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