O campo da esquerda busca a segunda vaga ao Senado por São Paulo. Márcio França (PSB) se colocou à disposição para disputar o cargo e já divulgou o suplente, Rubens Furlan (PSB). Marina Silva (Rede) também se colocou à disposição para concorrer. A movimentação ocorre no contexto da composição das chapas para 2026.
França revelou, em vídeo nas redes, que a chapa pode incluir Furlan como suplente, apresentando o conjunto como a melhor dobrada para o estado. Nesta terça (7), França se reuniu com Fernando Haddad (PT) e reafirmou interesse na disputa.
A ex-ministra Marina Silva, em entrevista à CBN, destacou que a disputa pelo Senado é essencial para o equilíbrio da democracia. Ela confirmou permanece na Rede e citou convites de PT, PSOL e PSB, mas optou por continuar no próprio partido.
Movimentações e perspectivas
Segundo o presidente da Federação PSOL-Rede, Juliano Medeiros, a presença de Marina na chapa majoritária pode oferecer equilíbrio entre as siglas, defendendo diálogo e unidade. A falta de definição quanto à vaga tem mobilizado aliados para tratar do tema nos próximos dias.
Nesta semana deve ocorrer o primeiro encontro formal entre Haddad e lideranças da federação PSOL-Rede para tratar da eleição paulista. O objetivo é alinhar nomes e palanques para o pleito.
A primeira vaga para o Senado tende a ficar com Simone Tebet, que migrou do MDB para o PSB. O cenário abre espaço para ajustes na composição de Haddad, conforme avanços nas conversas partidárias.
A pré-candidatura de Haddad foi confirmada em 19 de março e busca consolidar o palanque do PT em São Paulo. A vice permanece em aberto, com avaliação de nomes com força regional, incluindo possíveis apoiadores do interior ou do setor agropecuário.
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