A Câmara dos Deputados vota nesta terça-feira (13) o nome que ocupará a vaga no TCU, substituindo Aroldo Cedraz, que se aposentou em fevereiro. A sessão ocorre no plenário da Casa, em Brasília, e o candidato será escolhido em um único turno.
Odair Cunha (PT-MG) desponta como favorito, com apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e de mais 12 partidos. A candidatura dele recebe força de articulações em diferentes alas partidárias.
A disputa apresenta seis adversários, com siglas de oposição que vão do PL a centristas como PP, União e PSD. A pulverização de apoios pode favorecer Cunha, mas há quem busque reduzir o número de nomes para consolidar apoio a um único candidato.
Entre os concorrentes, Emar Nascimento (União-BA) sinalizou que ainda há espaço para negociações, admitindo a possibilidade de retirada de candidatura. Soraya Santos (PL) é defendida por parte do partido para ampliar chances, com foco em nome feminino.
Outro fator relevante é a tentativa de costurar apoio a um nome que não seja do PT. Sóstenes Cavalcante (PL), líder da bancada, afirma que a união de nomes pode favorecer a vitória, desde que haja viabilidade para consolidar apoio necessário.
Danilo Forte (PP-CE) afirmou que ainda não houve tempo suficiente para construir uma candidatura unificada, o que pode deixar o caminho indefinido até a votação. A decisão, porém, cabe ao plenário da Câmara, em voto único.
Após a escolha, o vencedor será submetido à confirmação pelo Senado, completando o processo para a nomeação ao TCU. A votação ocorre em meio a negociações intensas e a resistência de blocos que buscam ampliar ou reduzir elenco de candidatos.
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