Os sete candidatos à vaga de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) foram aprovados nesta segunda-feira (13) pela Comissão de Finanças e Tributação (CFT) da Câmara dos Deputados. A sabatina ocorreu sem confrontos, com discursos em defesa de emendas parlamentares e da atuação do Congresso.
A sessão deliberou no formato de discursos, em vez de séries de perguntas, e destacou a defesa de prerrogativas do parlamento por parte dos candidatos. Parlamentares elogiaram o uso de emendas como instrumento de política pública.
Contexto e posição dos candidatos
Odair Cunha, PT-MG, considerado favorito por contar com apoio de 12 partidos, defendeu as emendas como meio de contribuir para políticas públicas. Ele afirmou que é preciso esclarecer e qualificar o debate sobre esse instrumento.
Elmar Nascimento, União-BA, afirmou que não deve haver submissão do Congresso a outros Poderes. Soraya Santos, PL-RJ, reforçou a ideia de que o TCU tenha uma ministra mulher pela primeira vez.
Outros posicionamentos
Danilo Forte, PSDB-CE, afirmou que o TCU atua como órgão assessor do parlamento e pode contribuir para combater desvios de recursos. Gilson Daniel, Podemos-ES, posicionou-se como terceira via, buscando atender a todos os parlamentares.
Adriana Ventura, Novo-SP, defendeu uma gestão marcada pela fiscalização. Hugo Leal, PSD-RJ, ressaltou a importância de aproximação entre o tribunal e o parlamento para cooperação técnica.
Entre na conversa da comunidade