O governo avalia privatizar parte das funções de triagem em aeroportos para evitar atrasos, ampliando parcerias público-privadas. A ideia surge em meio a eventos de grande porte no setor de aviação, como a Copa do Mundo de 2026.
A vice-administradora interina da TSA, Ha Nguyen McNeill, informou em audiência no Congresso que a privatização parcial já ocorre em alguns aeroportos por meio do Screening Partnership Program. Segundo ela, locais com participação privada reduziram filas causadas pela paralisação de atividades.
Autações sobre o SPP comparam desempenho: aeroportos com apenas screened privados teriam menos interrupções de serviço durante a crise. A TSA destaca que os requisitos de segurança e a supervisão permanecem sob o órgão federal, com contratos a empresas certificadas.
Defesa e críticas ao modelo
Defensores argumentam que o SPP demonstra como privado pode colaborar para assegurar segurança sem reduzir padrões. Eles apontam que o programa, existente desde a criação da TSA, mantém padrões equivalentes aos dos aeroportos com fiscais federais.
Críticos entre chefias sindicais afirmam que privatizar aumentaria burocracia e custos. O AFGE sustenta que empresas privadas priorizam lucro e que a presença federal é essencial para proteção de viajantes.
A agência ressalta que aeroportos participantes precisam cumprir normas rigorosas e passam por forte fiscalização do governo. A discussão ocorre no contexto de orçamentos e da continuidade operacional da TSA.
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