O inquérito aberto pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, visa apurar suposta calúnia contra o presidente Lula em relação a uma publicação de Flávio Bolsonaro nas redes sociais. A investigação foi instaurada após o 3 de janeiro.
O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) criticou a ação, afirmando que críticas políticas não devem virar crime. Ele ressaltou a necessidade de critérios uniformes na aplicação da lei e de liberdade de expressão.
Tarcísio disse não ver irregularidades na conduta de Flávio Bolsonaro e pediu confiança na eventual candidatura do senador. O comentário foi feito no Palácio dos Bandeirantes, durante evento de repasses estaduais.
O governo paulista anunciou a liberação de 276,6 milhões de reais para convênios com Estâncias Turísticas e Municípios de Interesse Turístico. Os recursos foram anunciados no mesmo ato público.
O deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do partido na Câmara, também criticou Moraes, chamando o caso de perseguição política. Ele afirmou que o desfecho depende das eleições.
O caso teve tratamento editorial pelo jornal O Estado de S. Paulo, que chamou a atenção para riscos à democracia ao judicializar disputas políticas. O texto aponta que o conflito envolve limites entre Justiça e debate público.
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