Deputadas federais apresentaram um requerimento de moção de repúdio às declarações consideradas misóginas, racistas e xenofóbicas proferidas por Paolo Zampolli, conselheiro do presidente dos EUA. O texto foi elaborado por Marina Silva e já mobiliza apoio de diferentes matizes políticos.
A iniciativa reuniu apoio tanto de integrantes da base do governo quanto da oposição, incluindo Erika Hilton, do PSOL, e Coronel Fernanda, do PL. A finalidade é estimular o presidente da Câmara, Hugo Motta, a pautar a apuração no plenário.
O documento destaca que reduzir mulheres brasileiras a estereótipos desqualificadores não representa opinião, mas discriminação grave que afronta a dignidade humana e a Constituição. A Secretaria da Mulher da Câmara, a Procuradoria da Mulher, a Coordenação da Bancada Feminina, o Observatório Nacional da Mulher na Política e a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher também manifestaram repúdio.
Entidades e apoio institucional
Entre as instituições que endossaram o repúdio, destacam-se a Secretaria da Mulher da Câmara dos Deputados, a Procuradoria da Mulher, a Coordenação da Bancada Feminina, o Observatório Nacional da Mulher na Política e a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, segundo o requerimento.
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