O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não participou dos atos do 1º de Maio pelo segundo ano seguido, mantendo a estratégia de evitar desgaste após episódios recentes envolvendo o governo. A ausência foi anunciada mesmo com a participação de ministros e aliados em manifestações espalhadas pelo país.
O painel do governo no Dia do Trabalhador terá participação de ministros e ex-ministros. O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, vai a São Bernardo do Campo representando o Executivo. Leonardo Barchini, ministro da Educação, também comparecerá aos atos.
Fernando Haddad, pré-candidato ao governo de São Paulo, participa de dois atos: a Força Sindical, na Liberdade, e em São Bernardo do Campo. Simone Tebet, ex-ministra do Planejamento, integra o palanque do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos no Palácio do Trabalhador, na Liberdade.
Defesa da 6 X 1
Lula tem defendido a redução da jornada de trabalho como bandeira central e anunciou a segunda fase do programa Desenrola, de renegociação de dívidas, que será lançado oficialmente no dia 4 de maio. A redução da jornada é apresentada como benefício para as mulheres que enfrentam dupla jornada.
O governo também foca em ampliar o alcance da medida para o setor de serviços, com ações de comunicação, incluindo investimento recente de apoio financeiro para conteúdos sobre o fim da 6 X 1 nas redes sociais. A estratégia visa consolidar apoio em segmentos com boa receptividade às propostas da gestão atual.
A agenda de 2025 também contempla a continuidade das ações de endividamento e bem-estar, mantendo o foco na melhoria de condições para trabalhadoras e trabalhadores. A imprensa registra que o tema da 6 X 1 permanece no centro das mobilizações oficiais.
Fonte: cobertura de veículos especializados acompanha o desdobramento político e as manifestações vinculadas a centrais sindicais e movimentos sociais.
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