Márcio França, dirigente do PSB em São Paulo, afirmou que pode atuar como suplente na chapa ao Senado no maior colégio eleitoral do país. O ex-ministro ressalta, porém, que todos os nomes considerados viáveis devem estar dispostos a negociar para fortalecer o palanque de Lula no estado.
A assessoria de França confirmou à imprensa a informação já publicada pela Folha de S.Paulo, segundo a qual ele aceitaria ser suplente de Marina Silva, pré-candidata pela Rede. A notícia reforça a ideia de uma frente ampla no eixo paulista.
Internamente, partidos conectados ao palanque de Fernando Haddad discutem como chegar a um acordo sobre os nomes ao Senado. França, Tebet e Marina aparecem bem posicionados em pesquisas, com potencial de neutralizar adversários do campo conservador.
A análise é de que a eleição permanecerá plebiscitária, com a unidade de forças próxima de apontar a vantagem para quem conseguir compor uma chapa coesa. Assim, há expectativa de novos acordos entre as siglas envolvidas.
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