O racha na base do governo paulista envolve a disputa pela presidência da Alesp, já que o atual ocupante, André do Prado (PL), se candidata ao Senado. A decisão cabe ao governador Tarcísio de Freitas, mas a tradição aponta para a maior bancada. A Casa fica vaga no próximo mandato.
O PL pretende manter a presidência ao menos com o objetivo de liderar a maior bancada, estimando eleger 23 deputados. O PSD, liderado por Gilberto Kassab, calcula ter mais de 20 parlamentares para pressionar o pleito.
A escolha final, porém, depende de Tarcísio, que pode indicar o nome mais alinhado ao seu governo. O cotado inicialmente é Gilmaci Santos, líder do governo na Alesp, mas a definição ainda não foi anunciada.
Disputa interna no PL e cenários
Dentro do PL, há resistência entre aliados do bolsonarismo, que avaliam indicar um substituto para Prado. Nomes em estudo incluem Gil Diniz, Lucas Bove e Tenente Coimbra, sem confirmação de candidatura.
Prado ganhou visibilidade ao aproximar-se de Tarcísio, atendendo a pleitos de prefeitos. Ele também buscou apoio de Eduardo Bolsonaro para sua candidatura ao Senado, defendendo atuação municipalista se eleito.
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