Viviane Barci, mulher do ministro Alexandre de Moraes, aparece associada a viagens de jatos privados da Prime Aviation e a um contrato com o Banco Master. As informações foram veiculadas por veículos de imprensa e pelos representantes legais. A agenda envolve afirmações sobre pagamento de voos para compensar honorários advogatícios.
O escritório Barci de Moraes afirmou que os voos utilizavam aeronaves da Prime Aviation e que o pagamento ocorreu para compensar honorários, sem que Vorcaro e Zettel estivessem presentes nas aeronaves. A defesa sustenta que não houve reunião com o STF nesse contexto.
Paralelamente, Erika Hilton pediu investigação sobre ministros do STF no caso Master, citando ligações entre Toffoli, Moraes e o Banco Master, e defendendo o afastamento do julgamento. O pleito reforça a pressão por apuração, sem indicar resultados.
A nota pública da advogada detalha serviços prestados ao banco Master de fevereiro de 2024 a novembro de 2025 e afirma que Barci não atuou no STF. O texto reforça a separação entre atuação profissional e funções no tribunal.
Barci afirmou também não ter recebido mensagem de Daniel Vorcaro no dia da prisão do ex-banqueiro, em 2025, o que, segundo ela, fragiliza a versão apresentada por Moraes sobre o episódio. O episódio envolve diálogos que citam o nome da advogada.
Mensagens vazadas apontam Vorcaro discutindo proximidade com Moraes, com o empresário tendo encontros com o ministro em 2025. O material inclui menções a Barci em diálogos, elevando a complexidade do caso.
Em meio ao debate, o presidente do STF, Luiz Fux, teria procurado ministros para tratar do caso Master e dos impactos na imagem da Corte. A tentativa visa entender desdobramentos éticos e institucionais ligados ao tema.
Tempos depois, o governador de Minas, Romeu Zema, afirmou que é necessário encerrar o conceito de casta de intocáveis no Brasil durante apresentação de novo pedido de impeachment de Moraes, reforçando o embate político em torno do tema.
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