Wes Streeting, ministro da Saúde, planeja se afastar do cargo e lançar uma disputa pela liderança do partido, segundo aliados. A aproximação de uma possível eleição interna ocorre em meio a críticas à condução de Keir Starmer.
Fontes próximas a Streeting afirmam que ele pode apresentar a renúncia já nesta quinta-feira e iniciar a campanha pela liderança. A ideia é obter o número mínimo de 81 deputados para formalizar a candidatura.
Outras informações indicam que a equipe de Streeting já começou a contatar parlamentares para levantar o apoio necessário. Dois membros do partido disseram ter sido informados nessa tendência.
Houve conversas entre Streeting e Starmer na manhã de quarta-feira, em Downing Street, mas o gabinete informou que o ministro não comentaria o assunto para não gerar distração durante outros compromissos oficiais.
Uma visão entre aliados de Starmer sustenta que o primeiro-ministro sempre acreditou que Streeting não venceria a disputa, ainda que haja pressão interna para a saída do líder. O pano de fundo inclui críticas públicas a Starmer.
Na manhã de quarta, Zubir Ahmed, aliado próximo de Streeting que deixou o ministério na terça, reiterou pedidos para que o premiê renunciasse, dizendo que a autoridade do governo sofre abalo.
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