Após anunciar que o filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro não teria recebido nenhum recurso do que ele chamou de Master, o produtor executivo do longa, Mário Frias, recuou da afirmação. Ele apresentou uma nova posição cerca de 20 horas após a primeira declaração, mantendo o tom de que não houve contradição entre os posicionamentos públicos, mas apontando uma diferença de interpretação sobre a origem formal do investimento.
Frias afirmou que não existe uma contradição material entre os relatos públicos sobre o financiamento do projeto, mas destacou uma diferença de leitura quanto à forma de origem dos recursos. O episódio envolve o deputado federal Mário Frias, filiado ao PL, que atua como produtor executivo do filme. O posicionamento diverge de sua declaração inicial sobre o financiamento, sem indicar novos contratos ou valores.
A mudança de tom ocorre em meio a dúvidas sobre quem financia o longa. A nova nota, enviada pela assessoria do produtor, não detalha fontes ou percentuais, limitando-se a esclarecer a interpretação sobre a origem formal dos investimentos. O caso segue sob escrutínio público e mediático, com a situação ainda sem novas informações oficiais.
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