O governo vai manter a urgência do projeto enviado pelo Planalto relacionado ao fim da jornada 6×1, mesmo após acordo com o presidente da Câmara, Hugo Motta, para o encaminhamento da PEC discutida entre parlamentares.
Planejado pelos governistas, o calendário prevê análise até o fim de maio. Há ainda a expectativa de que o projeto trate de regras específicas ligadas à jornada, em estudo dentro de um marco de urgência.
A PEC, de autoria de deputados, delimita em 40 horas semanais a jornada de trabalho e estabelece duas folgas semanais, sem impacto salarial. A folga pode não ser obrigatoriamente em dois dias seguidos.
As negociações apontam que outras regras ficarão em projeto à parte, com negociação coletiva entre empresários e representantes de cada setor. Uma ala do PT acredita que essas regras também podem ir para votação em maio.
Desdobramentos
Entre as linhas em discussão, está a possibilidade de incorporação de regras suplementares ao projeto principal. A expectativa é manter o ritmo de tramitação mesmo diante da negociação com a Câmara. A reportagem apurou com interlocutores do Planalto.
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