A PEC que extingue a escala de trabalho 6×1 entra em um momento decisivo na Câmara. A comissão especial vota a partir de 27 de maio, enquanto empresários aguardam o andamento. A preocupação é evitar um possível atropelo pela estratégia de liderança.
Apesar de o setor empresarial ter resistido inicialmente, há cerca de 400 votos favoráveis já contabilizados no plenário, mas a marcação da votação é acompanhada pela leitura de que há pressões para avançar sem amplo consenso.
Paulo Skaff, presidente da Fiesp, não compareceu a audiência pública prevista e criticou a pressa na tramitação, citando baixa participação de deputados nas segundas-feiras. Ele segue participando de discussões com foco no diálogo após 2027.
O relator Léo Prates deve apresentar um parecer propondo 40 horas semanais, com uma escala de 5×2 e transição de até 10 anos para adaptação. A agenda é marcada pela pressão governamental e pelo calendário eleitoral.
A aceleração do processo, associada ao escrutínio público e à proximidade das eleições, mostra o peso das decisões sobre o mercado e a indústria. A Câmara acompanha os desdobramentos e o conteúdo do parecer.
Acompanhamento e próximos passos
- A votação na comissão especial está agendada para 27 de maio.
- O parecer de Léo Prates deve orientar o texto a seguir no plenário.
- O debate público permanece sob observação de empresários e frentes parlamentares.
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