A Justiça informou nesta segunda-feira (18) que não localizou o deputado federal Mário Frias (PL-SP) para intimá-lo em um processo relacionado ao filme Dark Horse. A investigação envolve o financiamento da produção, ligada à trajetória de Jair Bolsonaro.
A apuração foi aberta após denúncias dos deputados Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ) e Tabata Amaral (PSB-SP). O ministro Flávio Dino, do STF, determinou a abertura de apuração preliminar sobre o caso.
Além de Frias, foram denunciados Marcos Pollon (PL-MS) e Bia Kicis (PL-SP). A suspeita é de envio de emendas a organizações ligadas à produtora do longa para custear a produção indiretamente.
Segundo o relato ao STF, o oficial de Justiça tentou telefonar para Frias, sem sucesso. O gabinete informou que o deputado estaria em missão internacional, sem previsão de retorno.
No endereço indicado para a intimação, foi informado que Frias não reside no local há cerca de dois anos. O assessor foi procurado, mas o celular permaneceu desligado.
Investigação
O caso envolve o potencial uso de emendas para financiar o filme Dark Horse, que retrata a trajetória de Bolsonaro. A apuração busca entender a origem e o destino dos recursos.
Dark Horse
O longa voltou a ganhar força no debate após novas informações sobre seu financiamento. A produção está prevista para chegar aos cinemas nos próximos meses.
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