Em reunião da direção nacional nesta quarta-feira, 20 de maio, o PT ampliou a integração de elites da campanha de Lula. O Grupo de Trabalho Eleitoral (GTE) passará a fazer parte da coordenação política da campanha.
A mudança envolve a atuação do GTE, atualmente responsável pela definição de palanques estaduais para as eleições de 2026. A expectativa é ampliar a capilaridade da campanha e aproximar a gestão das articulações locais.
Conforme o coordenador do GTE, deputado Jilmar Tatto, a incorporação deve fortalecer negociações de palanque e diálogo com lideranças regionais. A medida visa articular ações de governo com o comitê nacional.
A coordenação de Lula já vinha recebendo novos integrantes. Entre eles está Éden Valadares, secretário nacional de Comunicação do PT, que passa a contribuir com a comunicação da pré-campanha.
A equipe da campanha inclui nomes como Edinho Silva, que pode assumir a coordenação-geral, ex-ministrados e ex-dirigentes. Sérgio Gabrielli ficou encarregado da coordenação do programa de governo.
A tesouraria fica com José de Filippi, ex-prefeito de Diadema (SP). Raul Rabelo deve comandar a área de comunicação, enquanto outros membros incluem Paulo Okamotto e Gilberto Carvalho.
Mudanças na condução e próximos passos
A gestão da campanha também reúne Wellington Dias, Camilo Santana e Guilherme Boulos, entre outros. Novas adesões devem ocorrer conforme alianças com partidos se consolidarem.
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