O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, afirmou que a preservação ambiental deve ser tratada como garantia econômica para o país, não como obstáculo ao desenvolvimento. A declaração foi feita durante o Dia Mundial do Meio Ambiente e divulgada nas redes do presidente Lula. A fala enfatiza que, desde janeiro de 2023, o governo valoriza o meio ambiente como indutor de crescimento.
Capobianco destacou que a gestão atual tem reduzido o desmatamento em grandes biomas. Segundo o ministro, se países caminham na contramão dessa tendência, podem perder acesso a mercados e ficar isolados no cenário internacional. A proteção ambiental, segundo ele, também protege a competitividade brasileira.
Dados do INPE e do MCTI mostram quedas históricas na devastação sob o governo atual: Amazônia, -50%; Pantanal, -65%; Mata Atlântica, -54%; Cerrado, -32%; Pampa, -30%. A autoridade afirmou ainda que houve ampliação de áreas protegidas e reconhecimento de terras indígenas e quilombolas, equivalentes a 5 milhões de campos de futebol.
Desempenho ambiental e marcos
Lula reforçou, em publicação, que as ações do governo consolidam o Brasil como referência mundial na preservação ambiental. Marina Silva também comentou o Dia Mundial do Meio Ambiente, defendendo a preservação como política estratégica para proteção da vida, da biodiversidade e do desenvolvimento.
Capobianco assumiu o comando do MMA em abril de 2026, após a saída de Marina Silva. Na época, o governo enfatizou a continuidade das políticas inauguradas no início do terceiro mandato de Lula, mantendo o foco na proteção de florestas, rios e comunidades tradicionais.
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