Nos 3 primeiros meses do ano, a Justiça brasileira concedeu 171.036 medidas protetivas de urgência a mulheres, segundo o CNJ. A cada 45 segundos, uma decisão nesse sentido foi tomada em todo o país.
O volume mostra crescimento na busca por proteção. Em março, foram 93.782 medidas, alta de 13% frente ao mesmo período de 2025, marcando o maior registro na série histórica até aqui. Especialistas apontam maior conscientização das vítimas.
Uma mulher relatou que, mesmo com a proteção, o ex-companheiro continua a intimidar. Ele estaria estacionando próximo ao condomínio onde ela reside, tentando observar a rotina da vítima.
Medidas de proteção e proteção adicional
Especialistas destacam o papel de ferramentas como tornozeleiras eletrônicas para agressores e botões de alerta conectados às equipes de segurança. Tais recursos podem evitar novos episódios de violência.
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