Em 3 de dezembro de 2025, por volta da meia-noite, Henry Nowak, 18 anos, estudante polaco-britânico, voltava a pé após treino de futebol na Universidade de Southampton. Ele foi confrontado por Vickrum Digwa, 23 anos, que portava duas facas, uma exposta e outra escondida. A vítima foi esfaqueada diversas vezes e morreu no local.
A polícia foi acionada após Nowak tentar fugir, escalando uma cerca e deixando um rastro de sangue. A mãe de Digwa encontrou a arma, que posteriormente foi apreendida na casa da família, junto com várias facas e espadas Sikhs. Digwa alegou ter ouvido insultos raciais e a remoção de seu turbante.
O tribunal concluiu, em maio de 2026, que as acusações de racismo apresentadas por Digwa eram falsas. O caso gerou controvérsia pública sobre o tratamento policial e a forma como são avaliadas acusações de racismo durante incidentes violentos.
A versão policial e as controvérsias
Relatos sugerem que a polícia de Hampshire aceitou rapidamente a versão de Digwa. Nowak foi algemado apesar de afirmar ter sido atacado, e ele, ferido, pediu ajuda enquanto dizia não conseguir respirar. Ele morreu pouco depois, às 0h37, no local.
Repercussão e desdobramentos
Após o caso, houve protestos em Southampton, com milhares de pessoas exigindo responsabilidade policial. Manifestantes confrontaram unidades de choque; houve confrontos e relatos de uso de força por parte da polícia. A visita de autoridades e apurações continuam a ocorrer.
Entre na conversa da comunidade