Jair Bolsonaro perdeu cerca de 800 mil seguidores nas redes sociais desde o fim do ano passado, mesmo com perfis bloqueados pela Justiça. A queda é classificada por analistas como uma espécie de “morte digital” do ex-presidente e de sua presença online.
A detenção de Bolsonaro e a decisão de manutenção do bloqueio causam impacto direto. Dados de novembro mostravam 68,5 milhões de seguidores em plataformas como Instagram, X, Facebook, YouTube e TikTok; atualmente, o total fica em 67,7 milhões.
Especialistas apontam a inatividade e a limpeza de contas como fatores relevantes. Além disso, o envolvimento do senador Flávio Bolsonaro com o banqueiro Daniel Vorcaro em áudio para financiar uma cinebiografia do pai também é citado como elemento que influenciou a percepção pública.
A família mantém a atuação nas redes. Carlos Bolsonaro, ex-vereador e hoje candidato a senador por Santa Catarina, postou mensagem defendendo o pai e criticando a prisão.
Contexto e desdobramentos indicam que, mesmo com a liberação de conteúdo antigo, a ausência de novas publicações reduz a visibilidade de Bolsonaro nas plataformas. A abordagem da imprensa segue neutra, sem conjecturas ou julgamentos sobre o futuro das redes do ex-presidente.
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