Donald Trump organizou uma festa de aniversário no White House para comemorar seus 80 anos, marcada para 14 de junho, Dia da Bandeira. Um grupo de fiscalização moveu uma ação para barrar o evento, alegando violação de leis federais e uso inapto do espaço público.
A Public Integrity Project entrou com um pedido de injunction de emergência na justiça federal de DC. O processo cita o Serviço Nacional de Parques e o Interior como réus, dizendo que a celebração seria um evento privado ligado a uma marca esportiva.
O UFC Freedom 250 ocorreria no Salão Oeste da Casa Branca, com 4.300 militares previstos na área. O organizador Dana White também conseguiu convites para várias celebridades, muitas das quais teriam recusado, e o público seria composto por doadores, lobistas e membros do Congresso.
A ação argumenta que uma regra temporária do Serviço Nacional de Parques permitiria contornar licenças para eventos de aniversário da independência, apenas quando organizados pelo governo federal. O UFC seria visto como promoção da marca e da data de nascimento do presidente.
Nominata e decisões legais
Trump indicou Todd Blanche para ser o procurador-geral, posição já ocupada de modo interino desde abril. Blanche, ex-advogado do presidente, é visto como peça-chave para a agenda de lei e ordem.
Medidas judiciais e desfechos
Um juiz federal considerou ilegal a taxa anual de US$ 100 mil para vistos H-1B, integrante de uma alta mudança de custos. A decisão derrubou a cobrança, que havia aumentado significativamente as tarifas.
Outros desdobramentos
A Kennedy Center retirou o nome de Trump de seu site após determinação judicial, com prazo para concluir a remoção. Além disso, o assessor de fronteira de Trump prometeu ampliar a atuação do ICE em Nova York.
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