Donald Trump afirmou que não garantiu que não haveria guerras dos EUA, em meio a uma série de declarações em que ele próprio dizia ter evitado conflitos durante sua presidência. A entrevista recente, veiculada pela imprensa norte-americana, reacendeu o debate sobre promessas de campanha e decisões militares passadas.
O material de referência mostra que, segundo o próprio presidente, ele construiu a maior parte da capacidade militar dos Estados Unidos e destacou ter evitado guerras diretas. A oposição e analistas ressaltam contradições entre as declarações passadas e posicionamentos atuais sobre intervenções no exterior.
Diversas falas registradas ao longo de 2020 a 2024 aparecem sintetizadas em reportagens internacionais, indicando que Trump reiterou não ter iniciado guerras, mas também afirmou, em momentos, ter encerrado conflitos já existentes ou mostrado disposição para agir em cenários de risco. O tema envolve a campanhas e a política externa da gestão dele.
Declarações ao longo dos anos
1. Em novembro de 2024, após a confirmação da vitória eleitoral, Trump ressaltou que não buscava guerras e afirmou ter mantido a paz com “guerra a menos” e combate ao extremismo, destacando a atuação contra o ISIS.
2. Em outubro de 2024, durante comício, o ex-presidente repetiu que havia promovido “paz pela força” e que não enviaria jovens a batalhas desnecessárias, destacando menos conflitos.
3. Em agosto de 2024, em evento com presença de influenciador digital, Trump afirmou ter vencido o ISIS em curto período e que não ocorrera nova guerra sob seu governo, citando números não especificados.
4. Em março de 2023, no CPAC,Trump declarou ter sido o único líder moderno sem guerras novas, afirmando ter encerrado conflitos existentes e reforçado a defesa.
5. Em agosto de 2020, em comício, ele questionou o papel de Hillary Clinton e Obama em guerras, mantendo a afirmação de que não houve novos conflitos sob seu mandato e que teria retirado o país de guerras.
6. Em fevereiro de 2016, durante disputa primária, Trump criticou o legado da intervenção em Afeganistão e Iraque, Dia após discursar sobre a política externa e a necessidade de evitar prolongar ações militares.
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