O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse que o ONS agiu de forma pontual e assertiva para garantir a estabilidade do fornecimento de energia. O órgão acionou, pela primeira vez, o Plano Emergencial de Gestão de Excedentes de Energia na Rede de Distribuição.
No domingo, 7 de junho, o ONS acionou medidas para evitar um apagão devido à possibilidade de sobra de energia na rede elétrica. O plano, aprovado pela Aneel em novembro de 2025, autorizou reduzir a geração centralizada e pedir apoio das distribuidoras.
O ministro afirmou que houve queda abrupta de temperatura no país e, com isso, redução de carga, já que muitos aparelhos não foram usados. A decisão visou manter a segurança energética nacional.
Contexto institucional
Silveira ressaltou que não há sistema elétrico completamente imune a problemas pontuais, mas o governo tem se dedicado a manter a segurança energética. Em 2023, durante o governo anterior, houve um apagão que atingiu 25 estados e o Distrito Federal.
Retomada e diretrizes
Logo após a intervenção, o governo informou que, em menos de 6 horas, a energia foi restabelecida em todo o país. O objetivo é manter a segurança energética de longo prazo, com investimentos em hidrelétricas e no planejamento de térmicas para evitar tarifação elevada.
A fala de Silveira citou ações futuras, como a continuidade de contratos de usinas hidrelétricas de Jirau, Belo Monte e Santo Antônio, além de avançar na contratação de térmicas, visando modicidade tarifária sem depender de geração de emergência.
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