O PT reforçou apoio a João Campos após ruído sobre palanque duplo em Pernambuco. A controvérsia surgiu com uma declaração do ministro Wellington Dias sobre a possibilidade de Lula ter palanques simultâneos no estado. A cúpula petista tentou conter desgaste com o PSB, aliado de Campos.
Dias, coordenador da campanha de Lula, afirmou ao jornal O Globo que o presidente poderia dividir a atuação entre João Campos e a governadora Raquel Lyra. Campos é aliado de peso do governo e presidente nacional do PSB; Lyra governa Pernambuco pelo PSD.
O PT entrou em campo para revisar a fala. Edinho Silva, presidente nacional, ligou para Campos para negar qualquer apoio a duas candidaturas. Também contatou Dias para sinalizar a defesa de uma aliança estável com Campos no estado.
Controvérsia entre PT e PSB
Dirigentes petistas disseram ter recebido um puxão de orelha de Edinho Silva, que reforçou a presença de Lula ao lado de Campos. O episódio ocorre após tensão com setores do PT que defendiam neutralidade de Lula na disputa estadual.
A incerteza persiste entre PT e PSB sobre o equilíbrio de posições em Pernambuco, onde pesquisas apontam Raquel Lyra à frente de Campos em cenários futuros. Analistas avaliam impacto de uma possível neutralidade de Lula no pleito.
Diálogo em Minas e outras frentes
Mesmo com ruídos, PT e PSB negociam uma aliança em Minas Gerais, um dos estados ainda sem definição de candidatura ao governo. Houve sondagens sobre lançar Rodrigo Pacheco, mas a hipótese foi encerrada.
Dirigentes petistas dizem que o cenário mineiro continua complexo. Names como Josué Gomes e Jarbas Soares aparecem nas conversas, com expectativa de que Lula participe mais das discussões sobre o tema.
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