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Mão parada no ar: o que significa o gesto e seu contexto

No fim de ano no Rio, autor recusou aperto de mão do ex-governador Cláudio Castro; episódio evidencia distanciamento público diante de investigações

O ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) - Fernando Frazão - 15.mai.26/Agência Brasil
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O episódio ocorreu em um evento de fim de ano no Rio de Janeiro, com Castro institucionalmente convidado. O governador cruzou o salão oferecendo a mão a cada grupo de participantes, como de costume.

Ao chegar à mesa do colunista, Castro estendeu a mão para todos os presentes. O autor não reagiu; manteve o olhar e deixou a mão suspensa, como se invisível. Castro retirou a mão e seguiu para a mesa seguinte.

O relato aponta que não era a primeira vez que o governador enfrentava esse tipo de situação em eventos. A indiferença do colunista, porém, foi suficiente para encerrar o episódio sem qualquer confronto direto.

Cláudio Castro, natural de Santos, atuou como governador sem–renúncia no Rio e hoje figura entre ex‑governadores que respondem a investigações. O TSE manteve sua inelegibilidade até 2030, após rejeitar recursos.

Entre os governantes citados, estão também Wilson Witzel, Anthony Garotinho, Rosinha Garotinho, Sérgio Cabral e Luiz Fernando Pezão, todos com histórico de controvérsias e ações judiciais no estado.

Foto: ex-governador Cláudio Castro, de negócios em tom formal, em registro de 15 mai 2026, crédito de Fernando Frazão, Agência Brasil.

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