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<li data-section-id=”w8e95″ data-start=”0″ data-end=”146″>Lula afirmou que o governo brasileiro negou visto a dois representantes dos EUA que, segundo ele, tentariam interferir nas eleições brasileiras.</li>
<li data-section-id=”1aa272y” data-start=”147″ data-end=”284″>A declaração foi feita durante a convenção nacional do PSB que oficializou Geraldo Alckmin como candidato a vice na chapa presidencial.</li>
<li data-section-id=”1rurmqd” data-start=”285″ data-end=”465″>Os pedidos de visto foram recusados no último sábado, após os funcionários do governo Donald Trump planejarem viajar ao Brasil para questionar a integridade do sistema eleitoral.</li>
<li data-section-id=”vhlrpl” data-start=”466″ data-end=”606″>Segundo fontes ouvidas pela Reuters, o Itamaraty interpretou a visita como uma tentativa de influenciar a eleição presidencial de outubro.</li>
<li data-section-id=”tq9az3″ data-start=”607″ data-end=”792″>O Departamento de Estado dos EUA negou a acusação e afirmou que a viagem seria uma “visita de rotina”, classificando como “mentira infundada” a alegação de tentativa de interferência.</li>
<li data-section-id=”t91rh3″ data-start=”793″ data-end=”962″ data-is-last-node=””>Lula disse que não pretende entrar em confronto com Donald Trump e afirmou que quer travar a disputa no campo das ideias e da narrativa, e não por meio de uma “briga”.</li>
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou nesta quarta-feira (30) que o governo negou a concessão de visto a duas autoridades norte-americanas que, segundo ele, seriam enviados para interferir nas eleições brasileiras. O mandatário, no entanto, reforçou que não tem interesse em uma “briga” com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
“Nesta semana tivemos que negar o visto para dois jovens que eles estão mandando para o Brasil para se intrometer nas eleições brasileiras”, disse Lula durante a convenção nacional do PSB que oficializou Geraldo Alckmin como candidato à vice-presidência na chapa do petista.
No último sábado, o Brasil recusou pedidos de visto para dois funcionários do governo Trump que planejavam viajar ao país para colocar em dúvida a integridade do sistema eleitoral brasileiro. A informação foi revelada primeiro pelo jornal The Washington Post e depois confirmada pela agência Reuters.
A atitude, segundo fontes ouvidas pela agência, foi encarada pelo Itamaraty como uma tentativa de influenciar a eleição presidencial de outubro, na qual Lula enfrenta como principal adversário o senador Flávio Bolsonaro (PL).
Em uma resposta enviada à Reuters, um porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, disse, em condição de anonimato, que “qualquer insinuação de que se trataria de uma ‘manobra’ para minar as eleições de uma nação democrática é uma mentira infundada. Trata-se de uma visita de rotina”.
No evento partidário do PSB, Lula aproveitou para reafirmar que não quer “briga” com o presidente dos EUA, acrescentando que pretende fazer o debate no campo das ideias.
“O Trump, às vezes, ele fica querendo brigar comigo. Eu não quero briga com ele… eu não sou bobo”, afirmou Lula dirigindo-se à plateia. “Eu não quero briga. Eu quero paz e quero derrotá-los na narrativa. Eu quero fazer a guerra da narrativa.”
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