Em 18 de novembro, um drone MK30 da Amazon realizou uma entrega em Waco, Texas, e, após deixar um pacote, atingiu um cabo de internet local. O dispositivo perdeu propulsão e realizou uma aterrissagem de emergência, com danos em uma hélice, mas sem feridos. A FAA informou que investiga o caso.
A Amazon reconheceu o incidente, informou que o pouso foi contingente e seguro, confirmou que não houve interrupção significativa no serviço de internet e que arcou com os custos de reparo, emitindo um pedido de desculpas ao cliente. O Conselho Nacional de Segurança no Transporte disse conhecer o ocorrido, mas não abriu investigação própria.
Este episódio ocorre pouco menos de dois meses após outro fato envolvendo drones da empresa. Em Tolleson, Arizona, dois aparelhos colidiram com um guindaste, levando à suspensão temporária das entregas aéreas na região. A Amazon mantém o MK30 como modelo mais recente, promovido por ser mais leve, silencioso e equipado com sensores de detecção de obstáculos.
Os planos da Amazon incluem ampliar entregas com drones até 2022 e chegar a 500 milhões de pacotes por ano até 2030, embora enfrentem atrasos regulatórios e custos. O MK30 limita entregas a itens de até 2,3 kg e exige áreas abertas para decolagem e pouso, com operações sujeitas a aprovações locais.
Contexto recente e próximos passos
Autoridades federais seguem apurando o caso em Waco, enquanto a empresa reforça a necessidade de conformidade regulatória e melhorias de segurança. A competição no setor de entregas por drones envolve também Walmart, com operações em parceria com Wing e Zipline.
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