O debate sobre a validade do chamado word of the year chega a novas páginas, com escolhas de destaque em 2025 vindas de grandes dicionários. Collins destacou o termo vibe coding, Cambridge Dictionaries apontou parasocial e a Oxford University Press escolheu rage bait, entre outras opções. A disputa envolve várias instituições e atrai atenção pública.
Especialistas divergem sobre o peso dessas escolhas. Alguns dizem que o processo depende de atrair cobertura midiática, não de uma análise puramente linguística. Outros afirmam que a seleção reflete a imaginação dos lexicógrafos e a curiosidade do público naquele ano.
Dados analisados pelo Guardian com base em Cambridge, Collins e Oxford mostram que boa parte das palavras escolhidas surgiu de slang online ou está ligada a tecnologia. Em 2021, esse padrão já era dominante, e a tendência se mantém conforme o uso de internet se expande.
Para entender a longevidade, especialistas destacam que muitas escolhas anteriores caíram em desuso com o tempo. Termos como goblin mode e nomophobia ganharam menos tração após a eleição, evidenciando o caráter mais temporal do ritual.
Contexto e oposição ao método
Alguns acadêmicos veem a prática como ferramenta de marketing mais que um estudo científico da língua. Outros defendem que, mesmo assim, as escolhas ajudam a discutir linguagem entre público jovem e a acompanhar mudanças tecnológicas.
Aquecimento de atenção e uso do vocabulário online são citados como fatores influentes no resultado anual. Mesmo com críticas, a gestão do processo continua a atrair debates sobre como as palavras refletem a sociedade atual.
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