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Tremor de terra em MG atinge cidades do interior, entenda o fenômeno

Em Minas Gerais, tremores de baixa magnitude em Monte Carmelo (2,2) e Inhaúma (2,5) são monitorados pela Rede Sismográfica Brasileira e pela USP

Municípios de Monte Carmelo e Inhaúma registraram abalos de baixa magnitude; especialistas explicam que estado lidera registros sísmicos no país
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As cidades de Monte Carmelo e Inhaúma, no interior de Minas Gerais, registraram tremores de terra de baixa magnitude na quinta-feira (5). Os eventos foram captados pela Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) e analisados pelo Centro de Sismologia da USP, sem relatos de danos imediatos.

O primeiro abalo ocorreu em Monte Carmelo às 12h18, com magnitude 2.2. Em Inhaúma, às 16h43, o tremor alcançou magnitude 2.5.

O monitoramento da sismicidade nacional é coordenado pelo Observatório Nacional, com apoio do Serviço Geológico do Brasil, por meio de uma rede de quase 100 estações sismográficas. Pequenos tremores são comuns na região.

Monitoramento e Impacto

Moradores de Monte Carmelo relataram ter sentido a terra tremer. O fenômeno foi detectado pelas redes de monitoramento, que acompanham variações na atividade sísmica do país.

O estado de Minas Gerais acumula o maior número de registros de abalos sísmicos no Brasil, segundo especialistas. A explicação envolve grandes tensões geológicas na crosta terrestre, que se liberam como energia observável pelos sismógrafos.

Causas dos abalos sísmicos

Segundo o sismólogo Bruno Collaço, do Centro de Sismologia da USP, pequenos tremores em Minas Gerais são frequentes. As tensões na crosta são resultado de processos geológicos contínuos na região.

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