O NAD+, conhecida como a molécula do envelhecimento, é apontada como chave para proteger o cérebro e retardar doenças neurodegenerativas. pesquisadores da Universidade de Oslo e do Hospital Universitário de Akershus revisaram dados globais e publicaram na Nature Aging, em 2025, apontando caminhos para frear Alzheimer e Parkinson.
A revisão destaca que o NAD+ sustenta produção de energia celular, reparo de DNA e regulação metabólica. Com a idade, seus níveis caem, o que pode favorecer declínio cognitivo, perda de força muscular e maior risco de doenças neurológicas.
Entre as estratégias para elevar o NAD+ estão precursores como NR e NMN, além da niacina. A literatura cita a eficácia em aumento de NAD+ e a possibilidade de benefícios cognitivos, ainda sob estudos clínicos.
Hábitos de vida também influenciam os níveis dessa molécula. Exercícios regulares, jejum intermitente moderado e sono de qualidade aparecem como fatores relevantes para a manutenção celular e do DNA.
Ensaios clínicos iniciais sugerem potenciais ganhos em memória, atenção, mobilidade e saúde metabólica. Contudo, pesquisadores enfatizam a necessidade de estudos maiores e de longo prazo para confirmar segurança e eficácia.
O NAD+ já encontra espaço no mercado de suplementos, gerando debates sobre dosagens, formas mais eficazes e a aplicabilidade de resultados em humanos. A comunidade científica defende testes rigorosos para orientar uso clínico.
A colaboração internacional e a continuidade da pesquisa são consideradas cruciais para transformar as descobertas em tratamentos seguros. A molécula do envelhecimento permanece como uma das frentes mais promissoras da medicina preventiva.
Entre na conversa da comunidade