O Abril Azul, iniciativa da ONU, busca conscientizar sobre o autismo, envolver a comunidade e ampliar a visibilidade da causa. A psicóloga Camila Canguçu, em entrevista ao Link News, aborda diagnóstico e papel de famílias e instituições.
Para identificar TEA, observa-se o comportamento infantil desde cedo. Sinais incluem falta de contato ocular, não seguir comandos simples e movimentos repetitivos, com possível atraso no neurodesenvolvimento.
Camila reforça que quanto antes iniciar a intervenção, maiores são as chances de melhora na comunicação. Recomenda buscar atendimento com psiquiatra, neurologista infantil ou psicólogo especializado.
Papel da família, escola e Estado
Ela aponta que a comunicação entre famílias e escolas ainda é falha, e que a parceria com o Estado é essencial para um ambiente inclusivo. Quanto mais gente envolvida, melhor o suporte ao autisticismo.
Além disso, a psicóloga, que também é mãe de um filho com TEA, ressalta a necessidade de suporte emocional aos pais. O autismo pode acompanhar a vida inteira, requerendo acompanhamento contínuo.
A orientação final é buscar ajuda com abertura, reconhecimento das necessidades da criança e disponibilidade de profissionais competentes. O foco é proporcionar bem-estar e desenvolvimento.
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