A missão Artemis II, da Nasa, levou astronautas a uma distância histórica da Terra, ultrapassando Apollo 13 (1970). A sonda Orion atingiu cerca de 406 mil quilômetros do planeta, marcando o recorde de maior afastamento humano do espaço. O objetivo é preparar o retorno à Lua.
A tripulação permanece na órbita da Lua, com um sobrevoo detalhado da superfície. Ao retornar, a manobra de retorno livre utiliza a gravidade lunar para guiar a nave de volta à Terra com segurança. O feito evidencia avanços tecnológicos e operacionais.
Distância recorde e alcance operacional
Durante a missão, Orion entrou na esfera gravitacional lunar, iniciando uma órbita ao redor do satélite natural. A passagem pela Lua ocorreu ao longo de várias horas, com observação direta da superfície que complementa dados de voos não tripulados.
Lado oculto e fenômenos observados
O voo incluiu a passagem pelo lado oculto da Lua, momento em que a comunicação com a nave ficou temporariamente interrompida. Astronautas observaram crateras, bacias e outros elementos topográficos inéditos para humanos em órbita.
Equipe e marco histórico
A tripulação de Artemis II inclui a primeira mulher a orbitar a Lua, a primeira pessoa não negra a realizar esse tipo de trajetória e o primeiro astronauta canadense nesse tipo de missão. Os perfis diversos refletem a cooperação internacional.
Importância para missões futuras
Embora não haja pouso, a missão valida sistemas, tecnologias e procedimentos para Artemis III, que visa retornar à superfície lunar. Os dados coletados fortalecem a segurança e a eficiência em viagens espaciais de maior duração.
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