A PNAD Contínua 2025, divulgada pelo IBGE, aponta 95 homens para cada 100 mulheres no Brasil. O conjunto de 104,9 milhões de mulheres e 98,5 milhões de homens indica uma diferença de cerca de 6 milhões entre os gêneros. A razão de sexos favorece as mulheres principalmente na faixa mais velha.
Segundo o estudo, as causas externas, como acidentes e violência, explicam parte da menor presença masculina. A expectativa de vida maior das mulheres também contribui para o equilíbrio, sobretudo entre pessoas acima dos 60 anos.
Desbalanceamento por região
O Rio de Janeiro apresenta a maior diferença proporcional entre sexo, seguido por Sergipe e Ceará. Tocantins, Mato Grosso e Santa Catarina aparecem como exceções com números próximos entre homens e mulheres.
Em 2022, o último Censo mostrou 104,5 milhões de mulheres e 98,5 milhões de homens no Brasil, reforçando o saldo de aproximadamente 6 milhões de mulheres a mais. Demógrafos destacam a influência de violência e acidentes na mortalidade masculina.
Tendência histórica
A PNAD indica que, entre 2012 e 2018, a população era 51% feminina e 49% masculina. Em 2019 houve leve mudança, com 51,2% de mulheres. A partir de 2020, a diferença permaneceu estável, mantendo o padrão atual.
A diferença de gênero se acentua à medida que a população envelhece. Dados globais mostram que homens costumam falecer mais cedo por fatores não naturais; já as mulheres apresentam maior longevidade, influenciando a distribuição etária.
Panorama nacional e ocupação
A distribuição por região sugere que atividades econômicas com maior presença masculina, como mineração e agronegócio, influenciam a proporção em alguns estados. O panorama demográfico segue estável na maioria das unidades federativas.
Estudos recentes exploram impactos sociais da diferença de gênero. Entre jovens, a proporção entre homens e mulheres diverge menos; entre adultos, as causas externas elevam a mortalidade masculina.
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