Oscar Schmidt, ídolo do basquete brasileiro, morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos. O ex-jogador foi levado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana, em Santana do Parnaíba, após apresentar mal-estar.
Do diagnóstico ao tratamento, Schmidt enfrentou uma trajetória marcada por várias cirurgias e terapias. Em 2011, recebeu o diagnóstico de glioma grau 2 e passou por cirurgia para retirada do tumor.
Em 2013, houve avanço da doença para grau 3, com nova intervenção cirúrgica, radioterapia e, posteriormente, quimioterapia para controle da doença. O acompanhamento médico seguiu ao longo dos anos.
Em 2022, o atleta afirmou estar curado e informou ter interrompido a quimioterapia. A assessoria destacava que ele era acompanhado por uma equipe médica desde 2013 e, na época, estava bem de saúde.
Contexto sobre câncer no cérebro
Os tumores cerebrais ocorrem por crescimento desordenado de células no sistema nervoso central. O INCA aponta que esse tipo de câncer representa cerca de 1,4% a 1,8% de todos os tumores malignos no mundo, com 88% dos casos no cérebro.
A instituição estima que o Brasil deve registrar cerca de 12 mil novos casos até 2028. A detecção precoce aumenta as chances de tratamento eficaz, por meio de exames clínicos, laboratoriais ou de imagem.
Sintomas comuns incluem dores de cabeça, convulsões, alterações de memória, náuseas e alterações de visão. Médicos ressaltam a importância de investigar sinais persistentes, mesmo que não sejam causados por câncer.
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