Um macaco contaminado com febre amarela pode transmitir a doença a mais oito animais, afirma o Ministério da Saúde. A transmissão ocorre pela picada do mosquito Aedes aegypti, também vetor da dengue, zika e chikungunya.
Segundo o ministério, o ciclo envolve o animal contaminado, outros animais e, potencialmente, humanos. A orientação é evitar contato com animais silvestres e manter ambientes livres de criadouros do mosquito.
A febre amarela é viral e pode ser fatal se não tratada. Cerca de 90% dos casos graves apresentam hepatite e insuficiência renal. Vacinação é gratuita e recomendada para quem não está imunizado.
Transmissão e prevenção
A pasta detalha medidas para reduzir o risco de transmissão, como campanhas de vacinação e vigilância de áreas verdes. Além disso, reforçam a importância de controlar criadouros e manter páginas com informações atualizadas.
Registros por estados
Registros de macacos contaminados foram confirmados em diversas regiões, com mortes em capitais e cidades intermediárias. Estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo aparecem entre os citados, além de ocorrências em outros estados.
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