O Pentágono divulgou um conjunto de 161 documentos que estavam sob sigilo há décadas, incluindo transcrições, vídeos e áudios sobre objetos voadores não identificados. A divulgação ocorreu na sexta-feira, por ordem do presidente dos EUA, com o objetivo de ampliar a transparência sobre o tema. Os arquivos cobrem avistamentos de civis, relatos de astronautas da NASA e evidências militares.
Entre os materiais, há transcrições de missões Apollo na década de 1960 e 1970, que descrevem fenômenos luminosos vistos durante a viagem à Lua. Também constam registros de voos da Gemini 7, com relatos de objetos não identificados próximos à espaçonave. Parte dos documentos descreve fenômenos observados no espaço e na superfície lunar.
A publicação inclui relatos de civis que afirmam ter observado dispositivos ou luzes intensas, além de gravações de operações militares no Oriente Médio em 2022. Essas evidências foram reunidas ao longo de décadas e tornaram-se acessíveis online pelo Departamento de Defesa.
Conteúdo dos arquivos
Os documentos trazem relatos de avistamentos descritos por pilotos, militares e civis em diferentes épocas. Registros de 1957 ao FBI mostram testemunhos sobre objetos incomuns durante observações terrestres. O conjunto também reúne relatos de aparições em locais variados.
Relatos de horas atuais, de setembro a outubro de 2023, descrevem objetos metálicos que pairam e se materializam sob luz intensa. Nessas descrições, alguns avistamentos são acompanhados por observações de mudanças de posição ou de forma dos objetos.
Imagens de 2022, registradas no Oriente Médio, aparecem com a descrição de fenômenos adicionais não identificados, incluindo um objeto oval que pode ter sido um míssil, segundo o relatório anexado. Os vídeos acompanham as evidências apresentadas pelo governo.
Reação pública e desdobramentos
Legisladores destacaram que a divulgação é plausível como primeiro passo para maior transparência, elogiando o movimento como ponto de partida. Ato de divulgação foi interpretado como avanço por parte de parte da bancada republicana, enquanto alguns críticos argumentam que há demanda por mais detalhes.
Especialistas da comunidade ufológica comentam que a divulgação não traz evidências conclusivas de vida extraterrestre nem de contatos com entidades, mas representa reconhecimento público de investigações anteriores. Analistas apontam que os documentos podem indicar linhas de pesquisa e fontes de informação já conhecidas.
Pesquisadores da MUFON afirmam que a divulgação pode estimular o interesse público e incentivar novas perguntas. Eles ressaltam que as informações públicas não substituem investigações técnicas adicionais, mas ajudam a contextualizar relatos históricos. O público permanece atento aos próximos lotes de documentos.
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