A Chevrolet confirmou a aceleração de sua estratégia de eletrificação no Brasil, com o Tracker abrindo o caminho para a nova fase da marca. O SUV, produzido em São Caetano do Sul desde 2020, passará a contar com um sistema híbrido-leve de 48V, mantendo os motores turbo atuais, conforme apurado pelo Mundo do Automóvel para PCD.
O conjunto híbrido-leve utiliza um pequeno motor elétrico para auxiliar o propulsor a combustão em arrancadas e retomadas, reduzindo consumo e emissões. Contudo, não há opção de rodar apenas com energia elétrica, nem aumento de potência previsto para o Tracker com essa tecnologia.
Além de atualizar o Tracker, a Chevrolet recalibrou o motor 1.0 turbo para 2025, com potência caindo de 121 cv para 115,5 cv, mantendo o torque em 18,9 kgfm. O motor 1.2 turbo continua entregando até 141 cv e 22,9 kgfm, ainda exclusivo do Tracker e da Montana. Parte dessa recalibração atende ao Programa Carro Sustentável, assegurando o IPI zerado.
Híbrido leve 48V no Tracker
Paralelamente, a Chevrolet prepara a próxima etapa de eletrificação no país, com a chegada de novos modelos elétricos. A rede de concessionárias foi informada sobre o Bingo S, veículo em parceria com a chinesa Wuling, com proposta semelhante aos rivais BYD Dolphin e Geely EX2.
A marca já comercializa no Brasil modelos como Spark EUV, Captiva EV, Equinox EV e Blazer EV, conforme o portal. A ofensiva híbrida e a ampliação de line-up elétrico reforçam o objetivo de ampliar a participação de veículos eletrificados no portfólio nacional.
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