O tempo seco avança pela região amazônica, elevando o risco de incêndios e de poluição do ar. Pesquisas indicam piora da qualidade do ar nos nove estados da área. O anúncio reforça a necessidade de monitoramento constante durante o período.
Participam do estudo o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia e a Universidade Federal do Pará. As duas instituições desenvolveram um sensor dedicado a medir a qualidade do ar e orientar ações de combate às queimadas. O projeto visa subsidiar políticas públicas locais.
Os dados mostram que a região está mais exposta a poluentes decorrentes de queimadas e uso de combustíveis fósseis. O sensor foi fundamental para chegar a essa conclusão e apontar tendências de contaminação no ar.
Sensor aponta índices elevados de poluição
Em Belém, a qualidade do ar aparece significativamente deteriorada. O monitoramento indica que o índice de poluição é, pelo menos, 20 vezes maior que o limite recomendado pela Organização Mundial da Saúde. A constatação ocorreu durante a fase seca.
Segundo a pesquisadora, um dos principais poluentes monitorados está ligado à queima de combustível fóssil. Esse componente pode trazer impactos sérios para a saúde pública e para o meio ambiente, especialmente em áreas urbanas da região.
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