Os cinco mergulhadores italianos mortos durante uma expedição em uma caverna submarina nas Maldivas tiveram novas informações após a recuperação dos últimos corpos e o avanço das investigações. A operação ocorreu no atol de Vaavu, perto da região de Alimathaa, em circunstâncias ligadas ao turismo científico e ao monitoramento ambiental marinho.
Os corpos encontrados nesta quarta-feira encerraram a busca, que também resultou na morte de um militar das Forças de Defesa das Maldivas por complicações de descompressão. A tripulação informou o nosso retorno no horário previsto antes de acionar as autoridades.
O que aconteceu, quem está envolvido e onde
O grupo, composto por Monica Montefalcone, professora de Ecologia da Universidade de Gênova, sua filha Giorgia Sommacal, 23 anos, Muriel Oddenino e os instrutores Gianluca Benedetti e Federico Gualtieri, mergulhou próximo a Alimathaa. Eles faziam parte de uma expedição associada a um iate de luxo, o Duke of York, operado pela Luxury Yacht Maldives.
Quando, por que e como seguem as apurações
A operação de resgate foi realizada sob condições extremas. Investigadores avaliam falhas técnicas nos cilindros de oxigênio, correntes marítimas intensas, desorientação dentro da caverna e mergulho além da profundidade permitida para turismo recreativo, já que as vítimas foram localizadas a cerca de 50 metros de profundidade.
Desdobramentos e próximos passos
Outras hipóteses analisadas incluem alterações inadequadas na mistura de gases durante a imersão e mudanças bruscas de temperatura e corrente no interior da caverna. A investigação também mira rotas da expedição, o equipamento utilizado e as condições climáticas do momento.
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